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Barco (2026)
Barco nasceu em meio ao silêncio do mundo. Durante a pandemia, quando tudo parou, Juliana Damante navegou por dentro e encontrou palavras. Um livro de poemas curtos e profundos.
Um convite à travessia: pelas marés da alma, pelos ventos da solidão e pelas ondas sutis do recomeço. Uma obra íntima e luminosa — para quem aprendeu que o movimento também pode ser quietude e cura - escrita como quem lança pequenas âncoras de sentido em meio à incerteza.

"quando escrevo
deixo rastros
marcas pelo mundo
são minhas linhas
e curvas
sendo vírgulas
e exclamação
em suspiros
sem ponto final"

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